Trinta dias de preparação em Virgem,
vinte e dois dias de Rosh Hashaná a Simchat Torah
Uma vez a cada ano, o cosmos abre uma janela de cinquenta e dois dias. Não é uma sucessão de festas: é um sistema, e ele foi desenhado muito antes de qualquer um de nós chegar aqui. Esta página é o mapa inteiro.
Antes da prática diária, comece pela Lua Nova de Virgem. Ela mostra o que está acontecendo, o propósito da jornada e como preparar um novo recipiente para o novo ano.
Leia primeiro os oito insights que explicam a Lua Nova, o mês de Virgem e o trabalho dos 52 dias.
Ler antes da prática→O mapa completo, com a consciência, a kavaná e a prática de cada dia.
Ir para a prática de hoje↓O shofar como tecnologia espiritual e Rosh Hashaná como a semente do novo ano.
Abrir o portal→O dia em que o Oponente desaparece e a alma recupera a sua liberdade.
Abrir o portal→A imagem que governa tudo é a de um carro que entra na oficina. Duas peças são revisadas, e apenas duas: o freio, que é Malchut, saber quando não agir, e o acelerador, que é Zeir Anpin, agir pelas razões certas. Quem só tem acelerador atropela a própria vida. Quem só tem freio nunca sai do lugar. Estes cinquenta e dois dias reconstroem os dois, e só no último dia os ligam um ao outro.
Se houver uma única coisa a aprender em todo o mês de Virgem, é esta. Teshuvá não é arrepender-se: é voltar no tempo para arrancar e transformar as sementes negativas que plantamos. O Kabbalah Centre organiza o processo em quatro fases, e os dias 10 a 13 da jornada percorrem uma por vez.
A meditação completa, passo a passo, com as duas ferramentas dos 72 Nomes: Os Quatro Passos da Teshuvá. Em breve, a meditação de Michael Berg em vídeo. Ler o ensinamento original.
Se eu chego a este tempo como um recipiente vazio, o que preciso soltar para que a Luz do Criador me preencha de novo?
Fontes: síntese em voz de Thiago Moshe, a partir dos ensinamentos do Kabbalah Centre sobre o mês de Virgem e os cinquenta e dois dias de transformação.
Ensinamentos citados: Karen Berg, "Um Retorno ao Criador", origem do Tashuv-Hei do Rav Berg e da citação de Rav Yehuda Brandwein. Michael Berg, "The Light is Closest". The Kabbalah Centre, "As quatro fases do Teshuvá". Todas as passagens são paráfrases, e não transcrições literais.
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